As coisas não são bem assim | Renata R. Corrêa

Você sabe qual a verdadeira cor da felicidade?  

Ficha Técnica 

Autora: Renata Reis Corrêa 
Título: As coisas não são bem assim 
ISBN: 978-8584422067 
Editora: Pandorga 
Páginas: 136 
Preço: R$ 29,90
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Em um emocionante romance sobre superação, fé e esperança, a autora mineira Renata R. Corrêa apresenta para o leitor o verdadeiro sentimento de gratidão e perserverança.

Mãe, escritora e médica, a autora natural de Guimarânia, interior de Minas Gerais, persiste em todas as áreas, para levar amor, saúde e cultura a todos. Em uma jornada de trabalho tripla, a oftalmologista mãe de gêmeos, Renata R. Corrêa, ainda encontra tempo na tribulada rotina para espalhar o amor e a esperança a todos que lêem as suas obras.  

Em As coisas não são bem assim, o leitor é apresentado a uma linda história de superação e amor que demonstra que, muitas vezes, a vida não segue planos e que coisas ruins inevitavelmente acontecem com pessoas boas. Porém, o destino nunca falha em colocar no caminho dos bons outros com o poder de cura.

O Sentido do Sofrimento: do desafio à superação, de Milton Menezes

A ciência pode explicar o sofrimento?

Milton Menezes
Gênero: Filosófico
Formato: 14x21 cm
Páginas: 192
Preço de capa: R$ 24,90
ISBN: 978-85-8353-079-4
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   O livro O Sentido do Sofrimento: do desafio à superação, de Milton Menezes - coach e mestre em psicossociologia - demonstra a necessidade de estudos sobre os sentimentos humanos para ajudar no processo de evolução.

Questionado sobre o que exatamente faltava na ciência, o autor, sem pestanejar, respondeu que seria o sentimento. A preocupação que mais o deixa inquieto é a falta de empatia com o sofrimento alheio. Neste sentido, percebeu a necessidade de escrever esta obra e contribuir nesta questão.

A editora Boa Nova lança O Sentido do Sofrimento: do desafio à superação, de Milton Menezes, coach, mestre em psicossociologia, fundador e presidente do Instituto Vita Continua.

Não há uma fórmula certeira para cessar o sofrimento e encontrar a felicidade de um indivíduo, porém existem atitudes que podem ser tomadas com o intuito de convergir para esse fim.

Essa preocupação tem se refletido no investimento, não só de recursos financeiros, mas também de dedicação intelectual de cientistas e filósofos, de reflexão de religiosos e de pessoas comuns, nas diversas formas de explicar, eliminar ou contornar os agentes de aflições e dores.

Apenar dos avanços tecnológicos e do fato da ciência tornar os tratos humanos de forma materialista e mecânica nos três últimos séculos, a dor e o sofrimento humano continuam a desafiar a lógica.

As questões abordadas na obra são: o sentido e o conceito do sofrimento, diante de algumas visões diferentes, como merecimento, luta, entre outros; o processo do sofrer, bem como suas fases; bases pedagógicas e espirituais; o sentimento quando vem de atitudes externas; e as pequenas experiências cotidianas que causam angústias.

O Sentido do Sofrimento: do desafio à superação tem o intuito de auxiliar as pessoas por meio de ferramentas a encontrarem caminhos para a felicidade que tanto almeja. Milton Menezes mostra que é necessário que cada um encontre dentro de si a paz e harmonia, além de acentuar que deixar de sofrer é muito mais um processo interno de compreensão, transformação e atitude para, assim, alcançar a superação.

Sobre a Boa Nova Editora

              Em 1997, com o objetivo em atender o público espírita e espiritualista, surgiu a Boa Nova Editora que alcançou, logo nos primeiros anos, prestígio, reconhecimento e projeção nacional. A primeira publicação da editora foi o livro “Céu Azul”, psicografado por Célia Xavier de Camargo, seguida pelo best-seller “Renovando Atitudes”, psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto. Hoje, com mais de dois milhões de livros impressos, a Editora Boa Nova é referência de sucessos editoriais. São romances, roteiros de estudo doutrinários, livros infantis e infanto-juvenis, assim como as obras básicas do Espiritismo e outras filosóficas que visam contribuir com o desenvolvimento espiritual e cultural de seus leitores. Paralelamente aos trabalhos doutrinários, e conscientes de seu papel social, os médiuns e escritores que atuam junto à Boa Nova fazem com que os recursos obtidos com a venda de suas publicações sejam revertidos para diversos projetos sociais e assistenciais, inclusive, para a manutenção das atividades 

[Resenha] Bonsai, de Alejandro Zambra

“Bonsai – Alejandro Zambra”, Resenha por Raquel Messina Cukierman 

Zambra, Alejandro 
Bonsai: Alejandro Zambra 
Tradução: Josely Vianna Baptista 
São Paulo: Cosac Naify, 2013 
95 páginas
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        Um romance se inicia entre Julio (um homem solitário) e Emilia (uma mulher transitória) a partir da primeira mentira compartilhada entre os dois, em que ambos diziam ter lido “Em Busca do Tempo Perdido” de Marcel Proust. Faziam leituras conjuntas após o sexo e trocavam confidências recheadas de verdades e omissões que compõem todas as relações dessa trama. Mas o importante não são os diálogos dessa história, e sim o que a narrativa te revela...  mostra desde os acontecimentos corriqueiros até as (in)verdades retratadas na ação de cada um, desviando para a passagem de outros personagens temporários, que irão ajudar a desenvolver as epifanias de cada amante até um final inesperado. 

O livro é dividido em 5 curtos capítulos narrados em terceira pessoa, descrevendo inicialmente cada personagem  para depois pontuar quais as descobertas de cada personagem que levam as mudanças de uma relação, e sobre as suas concepções de vida. É o tipo de leitura que pela grossura se lê em uma viagem mais longa de ônibus, metrô, ou quando o tempo não te prende e se pode tomar um café na rua sem compromisso. Por outro lado, chegar em casa da mesma forma que saiu é quase impossível, Zambra mostra como a passagem da vida nem sempre tem uma lição de moral por trás através de citações literárias entre Julio e Emilia nas suas saídas e transas; é como uma jardinagem do formato de literatura best-seller de finais previsíveis, cortando por capítulo qualquer possibilidade de transformar uma livro-reflexão como esse em thriller. 

Obra literária resgata Folclore nacional | Autor Hiran Murbach


Hiran Murbach, escritor paulista, traz personagens do folclore brasileiro para uma aventura no mundo atual.

                O que você faria se soubesse que toda a sua existência está em risco? Quase Esquecidos – Eles ainda estão entre nós é uma obra ficcional inspirada no folclore brasileiro que usa a mitologia no enredo da trama envolvendo personagens de diferentes contextos históricos e regionais.

Hiran Murbach, autor do livro que será publicado pela Soul Editora, afirma que busca retomar as lendas do folclore nacional. Hiran enriquece a história descrevendo os sentimentos dos personagens e criando um excelente contexto para levar ao leitor uma emocionante aventura. 

“As personagens não estão atrás apenas de reconhecimento, estão lutando por sobrevivência.” – Hiran Murbach

Negrinho do Pastoreio, Curupira, Iara, Saci e outros seres têm o desafio de espalhar suas histórias em um ambiente em que se encontram cada vez mais desvalorizados e esquecidos. 

Esses seres só podem existir enquanto reconhecidos. Muitos estão desaparecendo. Eles conseguirão sobreviver?