Resenha - Soul Rebel: Reviravolta | Kimberly Mascarenhas - Editora Leya

Por: Luana Modesti

    Confesso que no começo me deixou bem animada, mas no meio da leitura me deu uma sensação de "para de ler isso, que você vai passar nervoso". Não abandonei, e consegui termina-lo em 1 noite. Não me arrependi da maratona e confesso que o final me surpreendeu muito, e deixa um gancho enorme para uma continuação.

Este livro é narrado em primeira pessoa e possui duas partes. A primeira é focada em Cassidy, uma menina que vive em um colégio católico e vive fugindo com sua parceira Claire. A segunda parte é dividida entre Cassy e Maison, um rapaz barra pesada que você sempre vai ter uma pulguinha atrás da orelha.

Cassidy é uma jovem bem festeira, que vive fugindo e correndo riscos em festas "proibidas" junto com Claire. Mas em uma dessas escapulidas, quando ela volta ao colégio, recebe e notícia do falecimento de sua mãe, que estava internada em um hospital psiquiátrico. Cassy não tem nenhum tipo de contato com seu pai, e se vê sozinha sem nenhum parente próximo para lhe acolher nesse momento. De repente Cassy é retirada do colégio por Deborah, uma velha amiga de sua mãe que prometeu cuidar dela enquanto ela ainda estava viva. Deborah luta pela guarda de Cassy, mas tudo acaba ficando mais difícil de ser solucionado com seu filho Mason por perto.

Em clima de Dia dos Namorados... Mulher e MMA na literatura: nocaute do amor?


O livro, Morgenstern, da autora Kelly Hamiso, traz um novo sentido para octógono unindo romance e mistério entre uma estudante e um lutador de artes marciais

        A escritora paulistana Kelly Hamiso convida o leitor a conhecer – e se apaixonar – pelo universo do MMA. A obra Morgenstern, publicada pela Editora Novo Século, mistura na medida perfeita, romance, esoterismo e ação em uma narrativa de tirar o fôlego. Este livro permitirá que homens e mulheres tenham outra visão da luta que atrai milhares de admiradores e praticantes no mundo. 

[MOTIVACIONAL] Quando Eu Era Invisível - Martin Pistorius | Astral Cultural

Ele viveu em estado vegetativo por 12 anos

Martin Pistórius conta em sua obra alguns das suas principais motivações para manter as esperanças.

Mesmo desenganado pelos médicos, que lhe deram apenas dois anos de vida quando tinha 12 anos, Martin Pistorius nunca desistiu de viver. Ele ficou mais de 12 anos em estado vegetativo, e, desde aquela primeira previsão, já se foram 30 anos de muita luta e superação.

Pistórius, em Quando eu era invisível, publicado pela Astral Cultural, conta um pouco sobre o seu cotidiano. Veja algumas vivências importantes para sua recuperação:

1. Em primeiro lugar, o fato da família não desistir dele foi de extrema importância para Pistórius. Buscaram não apenas soluções para que ele saísse do estado vegetativo, bem como tecnologias avançadas para conseguir com que ele se comunicasse e melhorasse sua mobilidade.

Resenha - 1º Vol. da Saga dos Corvos | Os Garotos Corvos, de Maggie Stiefvate - Editora Verus

Por: Juliana Augusta

“Você busca um deus. Você não suspeitou que também há um diabo?”

          Os Garotos Corvos é o primeiro livro da Saga dos Corvos, escrito por Maggie Stiefvater. O livro começa com a história de Blue Sargent, uma menina que vive com sua mãe e umas mulheres - elas têm uma energia muito forte que potencializa o dom das outras pessoas - que são médiuns, porém Blue não nasceu com esse dom. 

Logo no início, Blue e sua "tia" Neeve vão até uma igreja na véspera do dia de São Marcos, dia 24 de abril, para ver as almas que vão morrer naquele ano, e dessa vez, Blue consegue ver uma dessas almas. Bastante curiosa, ela vai até o menino e pergunta qual é o nome dele, e ele diz se chamar Gansey. O que chama mais a atenção de Blue, é que ele está vestido com o blusão da escola Aglionby, conhecida por ter alunos ricos e esnobes, no qual o escudo é um corvo, por isso, os meninos são chamados de garotos corvos. Blue não entende porque dessa vez conseguiu ver uma alma e Neeve então esclarece para ela: “Existem apenas duas razões para uma não vidente ver um espírito na véspera do Dia de São Marcos, Blue. Ou você é o verdadeiro amor dele, ou você o matou.”