Resenha - O voo de Icarus

Num futuro próximo, na cidade marítima de Agartha, a vida do jovem Icarus oscila entre dois vícios: a realidade virtual e uma droga alucinógena denominada nirvana. Em busca de tratamento médico, ele acaba se tornando voluntário para a experimentação de um avançado medicamento baseado na nanotecnologia, o Sinaptek, o qual, posteriormente, lhe causa uma extraordinária reação adversa: a projeção de sua consciência, o que lhe permite viajar por diversos lugares do planeta e para outros mundos, empreendendo uma jornada do centro do universo ao centro da inconsciência humana. Estaria tudo, apenas, na mente de Icarus?


Até onde nossa mente pode nos levar?

O livro conta a história de Icarus, um rapaz viciado em tecnologia, jogos violentos, e que vive em um futuro não muito distante - se é que podemos falar assim; em torno de 2070.
Ele vive em uma cidade chamada Agartha, que é completamente diferente de qualquer outra que você já tenha conhecido. Ela é se situa sobre o mar. Só podem morar lá pessoas convidadas: Que trabalha em empresas localizadas na cidade ou que tem um futuro brilhante.
Lá é o tipo de cidade que qualquer um gostaria de morar, ou pelo menos conhecer. Tudo altamente tecnológico e robótico - fora do comum.

Icarus trabalha com a Realidade Virtual, no que é extremamente viciado, aplicando isso também nas suas horas vagas.

Além disso, ele faz uso de uma droga chamada nirvana. Certo dia, ele começou a passar mal, e sabe que as horas excessivas jogando também pode ter causado tudo isso que ele vem sentindo, até o momento que ele procurou o Doutor Voga, que então lhe aplicou um medicamento chamado Sinaptek, que tem o poder de enviar micro-robôs ao cérebro, com o intuito de fazer com que ele melhorasse, mas não foi isso que aconteceu, reações diversas começaram a acontecer.


O jovem começou a sonhar que estava passeando por onde nunca tivera passado, mas tudo era tão real... como se não estivesse em seu corpo. 
A partir dai, ele começou a formar diversas teorias sobre o acontecimento, até que a sua vida começa a mudar completamente quando ele se candidata a um teste em uma empresa governamental, onde chega ao ponto de ser perguntar o que é realmente verdade ou coisas da sua imaginação, e até mesmo em quem acreditar.

"Poderíamos ser uma mera concepção holográfica gerada por um poderoso projetor situado no meio de um grande cilindro intangível?" (pág.163)

"Ou seria quando muitas pessoas compartilham da mesma ilusão, surge o que assim denominamos realidade?" (Pág. 232)

"Aldous Huxley estava certo, nosso cérebro dispõe de uma válvula limitadora de fluxo de percepção. Certos componentes químicos podem abrir um pouco mais o orifício da válvula." (pág. 131)

Sobre o Autor

Estevan Lutz é gaúcho, natural de São Sebastião do Caí. Além de arquitetar mundos paralelos e futurísticos, também é projetista elétrico industrial. Em 2010, lançou pela Novo Século Editora, o romance cyberpunk “O Voo de Icarus – até onde nossa mente pode nos levar?”. Já participou de várias antologias da literatura fantástica nacional. Adora pesquisar, ler e reler temas ousados e especulativos da ciência que quase ninguém suportaria ler. Têm como referência os autores Arthur C. Clarke, Isaac Asimov, Aldous Huxley, Carl Sagan, Douglas Adams e, o mago da pena e papel, William Shakespeare.





ROMANCES:

  • O Voo de Icarus – Novo Século Editora, 2010. 
ANTOLOGIAS:


  • Draculea, O Livro Secreto dos Vampiros - All Print Editora, 2009.
  • Invasão - Giz Editorial, 2009.
  • O Mal Bate à sua Porta

3 comentários:

  1. Boa tarde,

    Não conhecia esse livro, interessante, bom conhecer autores novos.

    Parabéns.

    Abçs.

    ResponderExcluir
  2. Olá.
    Eu não conhecia esse livro, achei bem interessante.

    Beijos, Bárbara.

    ResponderExcluir
  3. Adoreeeeei a resenha, parece ser um livro incrível!

    bjs

    ResponderExcluir

O que você achou da postagem?